IoT World 2016 – Highlights do maior evento IoT do mundo

O IoT World, considerado o maior e mais completo evento sobre Internet das Coisas, é realmente uma grande experiência para quem está buscando se aprofundar no cenário mercadológico e ainda mais para ter um networking quase único.

A edição 2016 ocorreu nos dias 16,17 e 18 de maio no centro de convenções de Santa Clara. Santa Clara é uma das cidadezinhas do Vale do Silício e vizinha de San Francisco. Além dos dias regulares, também foi realizado um workshop pré-evento com o Bruce Sinclair, um dos organizadores, anfitrião e palestrante nos keynotes.

Sempre com a curiosidade atiçada, fomos 3 exploradores da CI&T ao evento. Marcelo Junqueira (eu!), Evangelista IoT, Flávio Pimentel, Head de Inovação, e o Leonardo Gasparini, gerente de negócios em indústria e agro.

Como tinhamos o passe platinum, tivemos a oportunidade de participar do workshop do Bruce Sinclair. Tenho que admitir que o cara é bom pra falar, conseguiu falar sobre Internet das Coisas com uma abordagem de negócio fantástica e também representar de forma prática sua experiência na área. Ele é fundador da http://www.iot-inc.com/ e, além do trabalho de consultoria, também disponibiliza diversos podcasts bem interessantes sobre assuntos pertinentes.

O primeiro dia de evento foi dedicado a keynotes executivos. Tivemos a presença de Miguel Gamino, CIO da cidade de San Francisco, que comentou de forma bem resumida as ações que a cidade está tomando para se tornar a cidade mais tecnológica do mundo.

No resto do dia tivemos apresentações das empresas patrocinadoras. O destaque aqui vai para a Hitachi, que está investindo pesado no assunto. Resumindo o dia, ficou bem claro para nós que todas essas empresas estão investindo no mercado para criar, a partir do IoT, novos modelos de negócio que vão transformar a forma como elas se relacionam e monetizam seus clientes.

No segundo dia de evento, a mágica realmente começou. O show todo é muito grande e conta com inúmeras atividades que ocorrem simultaneamente.

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Nesse mapa reduzido dá para ter uma ideia do tamanho de toda essa loucura. Mais interessante ainda é que o evento principal, o IoT World, dividia espaço com sub eventos sobre assuntos específicos, como o Wearables World Congress, Future of the Connected Cars e o Apps World. Todos eles aconteciam dentro do pavilhão principal e possuiam suas próprias tracks locais de palestras.

O IoT World em si era divido em 8 tracks simultâneas que ocorreriam em paralelo as exposições. Com tantas opções, decidimos nos dividir e assistir palestras de diferentes tópicos. Pra mim ficou bem claro que, além das palestras de propaganda, havia algumas empresas que realmente estavam trabalhando sério com IoT, mas ainda muito no começo. Durante todo o evento foram mostrados poucos casos realmente aplicados e em larga escala. Isso foi uma excelente surpresa para nós, pois mostra que o assunto, apesar de bastante abordado, ainda está muito incipiente e cheio de oportunidades. Muitas das pessoas do evento, como o próprio Bruce, se surpreenderam com o fato que a CI&T já está no mundo IoT há 3 anos e ainda mais no Brasil. Outra surpresa foi descobrir que éramos uma das únicas empresas dessa nossa terrinha por lá.

Uma das grandes riquezas do evento foi poder encontrar estandes de empresas com foco em diferentes áreas de atuação em busca praticamente da mesma coisa: business cases para aplicarem seus conhecimentos.

Em sua grande maioria, era muito fácil encontrar plataformas de IoT para armazenamento de dados muito parecidas conceitualmente como a Buddy (buddy.com), a Things Worx (thingworx.com), a Sense IoT (sense-iot.com) e a Splunk, com foco mais industrial (splunk.com).

Para exemplificar o que fazer com sua plataforma, o pessoal da Buddy convidou algumas start-ups que a usam para demonstrar seus produtos. Eles também montaram uma cidade inteligente de Lego. Veja o vídeo:

Encontramos também muitas empresas de Hardware e suas plataformas de prototipação como a Electric Imp, que fornece alguns MCUs com WiFi integrado. A promessa da plataforma é a facilidade de transformar o protótipo em produto, já que o chip a ser usado na produção é o mesmo. Veja a explicação deles no vídeo:

Outro destaque eram as empresas que prestam serviço de conectividade, como a SigFox, que inclusive está iniciando sua operação no Brasil. Veja a explicação de um dos especialistas deles:

Por último e não menos importante, muitas start-ups estavam oferecendo soluções de wearables, carros conectados, dispositivos conectados e plataformas de prototipação. Veja que legal essa start-up que desenvolveu um kit de carro elétrico de baixo custo para usar em protótipos e que pode ser montado em 1 hora:

Esses foram alguns dos cases legais que achamos no evento. Na playlist que criamos do evento no YouTube é possível assistir a 17 videos com conteúdo exclusivo sobre a cobertura do evento:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLL4IWbwYi3FmWGxjtSs-VyOdE8X783xXP

(Continuação) Arduino e seus dotes culinários.

Na continuação do post onde ensino a construir uma panela para Sous Vide usando Arduino (http://marcelojunqueira.com.br/2016/01/26/quer-fazer-uma-carne-perfeita-usando-arduino-te-ensino-como/), Prometi que iria passar uma de minhas receitas e provar que a panela funciona. Pois bem, fugindo um pouco do tradicional post de tecnologia, hoje vou ensinar a fazer Deliciosos escalopes de filé mignon suíno no Sous Vide.

Pra receita você vai precisar de:

1 pacote de filé mignon suíno temperado:
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Saquinhos à vácuo
Para preparo no Sous Vide, o mais correto é embalar o alimento em um saco à vácuo, mas uma seladora custa muito caro se for usada para apenas esse propósito. Como alternativa eu encontrei esses saquinhos que usam uma bombinha para retirar o ar. Caso não queira comprar o saquinho à vácuo, os sacos herméticos comuns também servem, basta tentar retirar o máximo de ar possível dele:

http://www.sanremo.com.br/produto/conjunto-de-sacos-hermeticos-a-vacuo-386
kit-10-sacos-a-vacuo-organizador-de-alimentos---bombinha-succao-tira-ar-mr8-8247

1 maçarico culinário para finalizar:
http://lista.mercadolivre.com.br/kit-ma%C3%A7arico-refil#D[A:kit-maçarico-refil]

mini-macarico-culinario

 

Agora vamos ao preparo

A primeira coisa a se fazer é cortar os escalopes, então vamos retirar a peça da embalagem e fatiar. Nessa receita eu cortei com 3 dedos, mas a espessura não faz diferença nesse caso, faça de sua preferência:

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Depois de cortados os bifes, eu joguei um pouco de água no saquinho original para misturar o tempero que ficou grudado e dividi os cortes em 2 saquinhos, ai é só remover o ar com a bombinha:

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Depois enchi a panela com metade da capacidade de água, coloquei a temperatura de preparo para 60 graus e esperei esquentar. Ajustei o tempo para 2 horas e mergulhei os saquinhos.

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Ai é só aguardar o tempo. Aproveitei o tempo para preparar o resto do prato.

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Depois, ao tirar os escalopes, eles vão ter uma aparência bem feia, pois não ficaram expostos a uma temperatura alta a fim de formar aquela casquinha crocante. Ai entra o maçarico que queima em temperaturas altíssimas, isso faz com que só a crosta fique queimada e o resto permaneça intacto.

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Depois de passar o maçarico em todos os escalopes o resultado é esse:

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Ai é só servir com seu prato preferido, no meu caso eu fiz um macarrão cremoso com cama de queijo. O vinho era um JP Azeitão tinto, a uva castelão pra mim cai muito bem com carne de porco. Os escalopes ficaram suculentos e muito macios, dava para cortar com o próprio garfo.

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É isso ai, dica rápida para provar que a panela funciona. Agora é só montar a sua e testar suas próprias receitas.

Conheça o esporte do futuro, a corrida de Drones.

Já ouviu falar em corrida de Drones? Pois bem, assista aos vídeos, se impressione e depois vou comentar um pouco sobre o assunto.

Sou fanático por modelismo desde criança e já tive diversos “brinquedos”, desde aviões, helicópteros, carros e agora os Drones.

acompanhei uma boa parte da trajetória de evolução da tecnologia envolvida no modelismo, desde o motor a combustão, os primeiros elétricos, até chegar a um ponto em que a eletrônica ficou mais importante que a mecânica.

É isso ai, Helicópteros são muito bonitos e gostosos de pilotar, mas ao mesmo tempo são complexos e demandam de um expertise grande sobre o funcionamento de sua mecânica. Toda esse mecanismo serve justamente para manter a estabilidade em voo e permitir ao piloto manobras mais precisas e perfeitas.

Em um certo ponto, com o surgimento de sensores como o acelerômetro, giroscópio e barômetro digitais de tamanho reduzido, os circuitos eletrônicos assumiram boa parte dessa responsabilidade.

Esses “controladores de voo” eletrônicos evoluíram tanto que permitiram a remoção total de peças mecânicas e é assim que os Drones mais comuns, os quadcopteros, funcionam.

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Mas vamos ao que interessa né? Como que esse negócio pode voar voar desse jeito?

A definição mais simples para um drone de corrida é um mini Drone com um motor muito potente e um transmissor de vídeo, para que o piloto literalmente “sente” dentro do cockpit do equipamento, e claro luzes de led bem brilhantes para que os pilotos possam enxergar uns aos outros.

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O piloto usa um óculos que recebe o vídeo e possibilita ve-lo em primeira pessoa.

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O esporte ainda é muito novo e aqui no Brasil ainda não existe muita propagação. Eu já me adiantei e investi no meu. Veja as fotos abaixo

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E aqui um vídeo do primeiro rasante que eu fiz

Animou? quer aprender sobre o hobby? vou fazer uma série de posts ensinando como entrar nesse mundo tão gosto e divertido, quem sabe podemos batalhar na pista logo mais.

Quer fazer uma carne perfeita usando Arduino? Te ensino como.

Um dos meus Hobbies preferidos é a cozinha, gosto principalmente de estudar e entender como os ingredientes se combinam, se transformam e influenciam no sabor e aparência. Uma das coisas que mais gosto de fazer e comer é carne (se você é vegetariano esse post também é útil pra você).

Sempre que um cozinheiro amador tenta trabalhar com carne sempre vêm aquela velha questão do ponto ideal, Mal passado, bem passado, ao ponto. Não é algo tão simples padronizar o preparo de uma carne, existem várias técnicas e formas de faze-la, mas no final, para padronizar de verdade sempre não tem como fazer sem o auxilio de alguma ferramenta.

O ponto carne basicamente está relacionado a temperatura de cozimento. Na figura abaixo é possivel perceber a diferença entre os pontos usados no Brasil:

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Independente do ponto escolhido, é fácil perceber que em torno da carne há uma “crosta” que é formada devido a alta temperatura da chapa e que essa temperatura é transmitida aos poucos ao centro da carne, formando um “degradê”.

Uma ferramenta muito utilizada para saber o ponto da carne é um sensor de temperatura como o da foto, porém ele é individual e seu uso é bem restrito.

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E foi tentando descobrir como acertar sempre o ponto da carne que eu descobri o Sous Vide, uma técnica francesa que consiste em cozinhar a carne à vácuo e em banho maria, na temperatura exata do ponto desejado, ou seja, não existe mais o problema de “passar do ponto” visto que a temperatura estará sempre correta.

Esse artigo do site Cozinha Técnica explica melhor o processo: http://cozinhatecnica.com/2014/12/o-que-e-sous-vide/

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Agora para conseguir a carne perfeita, eu só precisava procurar um termocirculador, que são responsáveis em esquentar e manter a água na temperatura correta com precisão. O problema é que os termocirculadores são caros, muito caros. Alguns modelos chegam a custar mais de 3 mil reais e para um amador, esse preço é bastante salgado.

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O objetivo então era construir um aquecedor de água, que controle a temperatura precisamente e que seja programável. Pesquisei um pouco e decidi arriscar modificar uma panela de arroz, aquelas baratas que são encontradas em qualquer loja de eletrodoméstico.

Então aqui vai a “receita” para montar a sua panela de Sous Vide usando Arduino:

O código, esquemático e modelo 3D podem ser baixado no link do meu Github:
https://github.com/marceloajunqueira/opensousvide

Agora aos componentes:

1 panela de arroz de 10 xícaras (achei por R$79,90 na Internet)

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1 Arduino Uno + Keypad Shield (R$100,00 em média): 
http://www.filipeflop.com/pd-6b58d-placa-uno-r3-cabo-usb-para-arduino.html?ct=&p=1&s=1
http://www.filipeflop.com/pd-6b626-display-lcd-shield-com-teclado-para-arduino.html?ct=&p=1&s=1

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1 Sensor de temperatura DS18B20 à prova d’água (R$25,00 em média):
http://www.filipeflop.com/pd-1e7d0e-sensor-de-temperatura-ds18b20-a-prova-d-agua.html?ct=&p=1&s=1

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1 relê de estado sólido de 25a (R$45,00 em média)
http://www.filipeflop.com/pd-207eb1-rele-de-estado-solido-ssr-25-da.html?ct=&p=1&s=1

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1 Buzzer (em média R$15,00)
http://www.filipeflop.com/pd-6b583-buzzer-5v-continuo-ativo.html?ct=&p=1&s=1

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1 fonte de alimentação para ligar o Arduino na rede alternada, postei a dica de como gastar menos de 10 reais nisso no último post:

http://marcelojunqueira.com.br/2016/01/20/dica-simples-e-barata-para-liga-seu-arduino-na-tomada-e-reduzir-o-tamanho/

É isso ai, então estamos falando de um custo de menos de R$300,00 para montar um equipamento que vai fazer toda diferença na sua cozinha.

A primeira versão eu montei na protoboard, pois ainda não tinha o shield. O display mostra a temperatura do sensor, a temperatura configurada, o tempo decorrido e o tempo configurado. São 5 botões:

  • Aumentar e diminuir a temperatura
  • Aumentar e diminuir o tempo
  • Ligar e desligar o sistema

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Para acertar a temperatura, foi usado o cálculo de PID, e esse é o principal motivo de usar o relê de estado sólido. Ele foi ligado direto em uma porta PWM para conseguir variar a potência da resistência.

O único problema dessa panela é que a resistência não fica em contato direto com a água, então a transmissão de temperatura é extremamente lenta. Mesmo após desligar a resistência, a água continua esquentando por muito tempo, por isso tive que limitar a potência da resistência quando chega perto da temperatura desejada.

Depois de tudo testado, foi a hora de abrir a panela. Ela tem só 1 parafuso embaixo e a tampa é encaixada (é meio enjoado de tirar). A primeira coisa a se fazer é remover os conectores de encaixe do plug de energia:

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Depois vamos fazer um jumper com termostato original e parafusar o relê (Isso vai manter a funcionalidade original da panela caso seja preciso):

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Agora o hack está quase pronto, só precisamos achar um lugar para colocar o Arduino. Eu imprimir na minha impressora um case que encaixa na curvatura da panela e já tem o formato do Shield, se você tiver acesso a uma impressora 3D o arquivo está junto com o código para baixar.

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Para ajudar na organização e manutenção, coloquei um conector de 5 vias:

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E ai é só montar :

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Pronto, agora você pode fazer aquela carne perfeita, desfiando na colher e com muito sabor para ser o cheff da vez. No próximo post vou contar uma de minhas receitas usando a panela que deu muito certo com direito a acabamento por maçarico e fumaça líquida. enquanto isso achei uma receita boa no site Casal Cozinha:

http://www.casalcozinha.com.br/receita/contrafile-sous-vide/

Lembrando que o Sous Vide não é só para carnes, você pode cozinhar legumes, peixes e outros tipos de alimento. Eu adoro fazer peixe na minha panela, fica maravilhoso e não sai nada de fumaça e muito menos cheiro.

Qualquer dúvida fique a vontade para perguntar.

 

Dica simples e barata para liga seu Arduino na tomada e reduzir o tamanho

A principal característica de um projeto caseiro é ser simples e de baixo custo certo?

Bom, vou falar um pouco sobre alimentação de um Arduino. A voltagem que grande parte dos Arduinos usam para funcionar é 5v, e por isso acabou virando um padrão as placas de prototipação funcionarem com essa voltagem ou pelo menos terem uma entrada com um regulador de voltagem para reduzir a tensão.

Agora quando é necessário ligar o Arduino na tomada, o mais fácil é recorrer as famosas fontes de alimentação externas:

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O único inconveniente é o tamanho, que dependendo do projeto, pode se tornar um impeditivo.

Eu cai nesse caso quando queria usar um arduino Pro Mini para atuar nos interruptores do meu apartamento junto com a minha central de automação… Bad Idea… Só o tamanho da fonte já era um limitador para continuar.

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Ai vem sempre a parte mais legal do processo de criação, pensar em coisas simples para resolver problemas simples. Existe uma fonte de energia presente em quase todos os dispositivos e que fornece exatamente 5v, a porta USB. E a coisa mais comum de encontrar em qualquer casa hoje é uma fonte para carregar celulares com um conector desse tipo:

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O mais legal de componentes que se popularizam tanto é que é muito fácil de encontrar e como vários lugares vendem o preço vai la embaixo. Eis que fui em uma loja e pedi 10 carregadores, paguei a bagatela de R$7,00 reais cada. Lembrando que uma fonte comum de tomada custaria em torno de R$35,00 cada.

Depois foi só abrir as fontes, jogar fora o case plástico, dessoldar o conector USB e soldar os fios para ligar no Arduino. Mais simples impossível.

A especificação promete entregar 1A, considerando ser um produto de baixa qualidade estamos falando de uma margem de 600ma segura para utilização, isso é suficiente para alimentar o Arduino com Relês, Leds, sensores e uma infinidade de possibilidades.

Detalhe importante, a fonte fornece exatos 5v, então a ligação deve ser feita direto na porta 5v do Arduino. A porta “VIN” possuí um regulador de voltagem, o que não é necessário já que temos a voltagem correta.

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É isso, estou utilizando essas fontes em mais 3 projetos e por enquanto é a solução mais barata.

The digital fabrication and a bedside lampshade for your room.

 

 

 

 

 

A comfortable place to rest is one of the most essential things for everyone. It doesn’t matter the place you stay, the lightning is something that can change your feelings for real. The yellow or warm color, for example, creates a cozy environment, perfect to sleep or to put in living rooms.

To create a closer personal effect, we can count on the traditional bedside lampshades, those are part of the decoration of any house. Those lamps are very easy to find and available in any shape or size. But, where is the relation to the Digital Fabrication?

Digital Fabrication is the concept to materialize an idea or a 3D model in real physical objects clicking on a button, using tools like 3D printer, CNC Machines, Laser Cutters and other machines.

This concept got a lot of strength in the last few years because of the evolution and miniaturization of the mentioned machines. Today, many people have their own 3D printer in their homes. There is no chance to hide that this is revolutionizing the entire industry, changing the way that all products are being created, produced and supported.

Something that really changed my mind is the power of producing almost anything. People are creating their own stuff instead of buying, from a simple replacement part for a toy or even replacing their decoration items, for printed ones. In fact, this is something cool, the customization level is unique and the price is much cheaper.

Recently, I moved to a new apartment and I was searching for a lampshade to plug into my home automation system. Escaping from traditional stores, the lowest price that I got was something like $20,00.

In the end, I went to the logical path, “print in my printer”. The 3D model took 30 minutes to be made and with just $2,00 of materials I got something really simple and good looking.

My 3D printer is an essential tool and is being part of my life. It helped me a lot, changing the way that I think of how to solve problems. Sometimes, the solution is so simple and for inertia we spend a lot of money and effort doing in the “traditional way”.

So, want to print your lampshade? I have all the files published on the thingiverse:

http://www.thingiverse.com/thing:1100732